sábado, 29 de junho de 2013

Need For Speed: Rivals Novas Imagens

A EA divulgou novas imagens de Need for Speed: Rivals, o próximo jogo da série Need for Speed que será também o primeiro a chegar à próxima geração de consolas.
Estas imagens mostram mais carros e perseguições policiais assim como alguns bólides das fações dos racers e dos polícias. Na conferência da E3 da EA foi mostrado que Need for Speed: Rivals terá uma grande componente multijogador, onde até se poderá juntar um terceiro jogador a controlar um helicóptero da polícia.
Need for Speed: Rivals será lançado na PS3 e Xbox 360 no dia 19 de novembro e na PS4 e Xbox, sendo que nestas consolas ainda não tem data de lançamento anunciada.


Novas Imagens:








sexta-feira, 29 de março de 2013

Bioshock Infinite (Bgamer-Review)

O verdadeiro sucessor de bioshock chega com muita ambição e promessas de conceitos revolucionários, mas embora não consiga atingir a tudo o que se propõe, é uma aventura que merece ser experienciada pelos jogadores.

Por: Ricardo C. Esteves






EPIC



Elizabeth é “a tal”
O coração de Bioshock Infinite é indubitavelmente, Elizabeth. A jovem, que o jogador enquanto Booker Dewitt terá de resgatar da sua torre ao estilo de Rapunzel, é uma presença constante ao longo do jogo. Elizabeth interage com o cenário e outras personagens durante momentos privados de ação, com comentários sobre os mais variados tópicos. Em combate, Elizabeth ajudará o jogador entregando-lhe munições e saúde. Mais importante ainda, a jovem tem a capacidade de “trazer” vários objetos de outras dimensões que podem fazer a diferença durante os tiroteios. Tudo isto sem nunca atrapalhar o jogador, um feito raro em companheiros controlados pela IA. A sua importância na narrativa, as soberbas interpretações das atrizes (vocal e captura de movimentos) e as emoções que partilha com Booker e o jogador, vão certamente torná-la numa referência.






















Argumento corajoso

A narrativa de Bioshock Infinite e sobretudo a sua conclusão surpreendente, vão 
fazer correr muita tinta pelos fóruns e blogs da internet. Primeiro, porque 
aborda temas como o racismo, o radicalismo americano, a religião e até 
comunismo. Para mostrar as intenções das personagens e reforçar o extremismo de 
qualquer um destes conceitos, Bioshock Infinite não tem medo de ser frontal e 
provocador. Algumas pessoas até podem ficar algo incomodadas com alguns 
comentários ou sequências, mas na nossa opinião estes momentos e tópicos estão 
bem contextualizados e ajudam a dar força à narrativa. Tudo isto são temas 
importantes da história, mas não é exatamente o seu verdadeiro assunto. Não 
podemos revelar muito sobre este tópico sem estragar surpresas, mas o 
verdadeiro sentido da narrativa e sobretudo a sequência final, vai dividir 
muitos jogadores. Enquanto alguns vão achar tudo genial, outros vão 
provavelmente considera-lo presunçoso e ridículo, mas ninguém deve ficar 
indiferente, já que existe espaço para amplas análises, procura de metáforas e 
significados subliminares.


Mundo real

O argumento de Bioshock desenrola-se em parte através de conversas entre 
personagens e sequências predefinidas. O jogador é direcionado para os momentos 
mais importantes e basta seguir o jogo de forma linear para perceber o foco da 
história, mas fazer isso num jogo como Bioshock Infinite é quase um pecado. 
Columbia, a cidade voadora onde decorre a ação, transborda ambiente e detalhe, 
com impressionante direção artística e impacto visual. Os cartazes na rua, as 
gravações áudio, as músicas que tocam e as conversas entre personagens 
secundárias, não são ao acaso. Pelo contrário, servem para oferecer uma visão 
mais profunda ao mundo superdetalhado e vivo de Columbia, enriquecendo a 
experiência e a história.






















FAIL

Não é revolucionário

O grande objetivo da Irrational Games com Bioshock Infinite, segundo o próprio Ken Levine, era o de elevar a narrativa nos videojogos e sobretudo a forma como os jogadores interagem com a história a um outro nível, utilizando Elizabeth como fio condutor. Na nossa opinião, isso não é conseguido. Enquanto a história e o mundo são impressionantes, e Elizabeth é uma personagem memorável, não nos parece o jogo seja revolucionário em relação à história ou à forma como a mesma é relatada. O mesmo se aplica à jogabilidade, que enquanto bastante eficaz enquanto jogo de ação na primeira pessoa, é algo antiquada e também faz pouco nesse capítulo para se destacar dos demais.



ÚLTIMAS IMPRESSÕES


Apesar de não ser uma revolução, nem na jogabilidade ou na forma como o jogador interage com a história, Bioshock Infinite é um jogo de ação na primeira pessoa de excelência. Os combates são emocionantes, existe muito para o jogador explorar e o mundo de Columbia merece ser vivido por todos. Mais, a força da narrativa, enriquecida por interpretações memoráveis dos atores e um argumento poderoso e provocador, vão perdurar na memória dos jogadores e da indústria. Um jogo para um público mais maduro que goste de ser desafiado nos seus princípios e ideias, não pela natureza do conteúdo, que não inclui sexo ou violência gratuita, mas pelo impacto das questões que levanta e pela filosofia que as suportam. Um jogo a que poucos ficarão indiferentes, adorem ou odeiem, e que por isso mesmo merece ser destacado dos demais.


Nota Final : 
                                         
                                                    Muito Bom

Review feita por Ricardo C.Esteves (BGamer) se quiserem saber mais acedam a www.bgamer.pt ou comprem a   edicão nº178 da revista BGamer.                                                                                                                                                               

quarta-feira, 27 de março de 2013

Fazemos a Review

Acha que aquele jogo é bom mas não sabe se o há de comprar?
Fale conosco e diga-nos qual é o jogo que nós postaremos uma review com a nossa opinião.

Metal Gear Solid Revengeance (Review)


Enredo

Metal Gear Solid: Rising narra a série de eventos que resultaram na transformação de Raiden, o protagonista e personagem do jogador de Metal Gear Solid 2 , agora transformado num cyborg,  Metal Gear Solid: Rising ocorre durante um ponto na cronologia da série em que Raiden já começou a sua transformação na forma de cyborg,  com uma aparência diferente e um pouco mais cruel do aquele visto em Metal Gear Solid 4.




 










Jogabilidade

 Ao contrário dos títulos anteriores da série Metal GearRising é um jogo de ação em ritmo acelerado, e a jogabilidade concentra-se em dois elementos-chave: swordfighting (combate com espadas), e um estilo de stealth que é mais acelerado e orientada à ação do que em títulos anteriores, que eram jogos de ação táctica e de espionagem.                                                                                  
Uma um ponto do jogo bastante interessante é o modo como podemos usar a espada,estou a falar do modo free slicing que consiste em podermos cortar inimigos ou objetos da maneira que quisermos ao longo de um plano geométrico. Um dos maus aspectos é o problema da câmera no modo free slicing, a câmera ganha vida e começa-se a mexer.

























Gráficos

Gráficos com bom nivel de detalhe mas o que se destaca principalmente é o design do protagonista e existem bastantes efeitos especiais bastante detalhados.
























Conclusão

Pelo que jogei posso dizer que o jogo está bom mas para quem já tinha jogado os titulos anteriores da série vai achar o jogo bastante diferente.
Se gosta de ação e bastantes momentos frenéticos  este é um jogo que pode adicionar á sua coleção, mas se se gosta apenas do estilo furtivo dos titulos anteriores não aconselho a comprar.



Nota Final:                                       

DMC Devil May Cry (Review)


Enredo


 O jogo decorre num universo paralelo da série. Mais uma vez onde o protagonista volta a ser Dante que faz uma viagem através da cidade fictícia do Limbo , uma cidade que aparentemente é calma no início, mas que se transforma numa retorcida paródia de si mesma com demónios e outras monstruosidades, que como ela, frequentemente tentam matar Dante.








Jogabilidade

A jogabilidade é um dos pontos fortes do jogo, conseguimos executar facilmente inumeras combinações com bastante fluidez e rapidez, o que é bastante divertido, continuam as existir variadas e novas armas continuado sempre a existir as velhas Ebony e Evory.





Gráficos

O jogo possui um mundo bastante detalhado e repleto de detalhes e efeitos especialmente podemos notar isso quando a cidade se transforma, as personagens estão bem detalhadas conseguindo assim a produtora tirar todo o partido do Unreal Engine 3.





Conteúdo Transferível

Para quem é um grande fã ainda pode transferir atraves da Playstation Store Skins para Dante e Skins para as armas.


Skins das Armas de Dante.


Conclusão

Devil May Cry apesar da mudança de visual nesta série continua a mostrar todo o seu potencial sendo para mim o melhor jogo hack and slash existente até ao momento.
Podem confiar e se são fans de Devil May Cry , este é um jogo obrigatório na sua coleção.

Pontuação Final :